Nunca tive tanta Pulga! Para qualquer lado que me vire lá está uma. Não me largam um só momento. Se me sento vêm logo. É nas pernas. É no colo. É atrás. É à frente. Se me levanto as Pulgas perseguem-me. Eu coço-me. Fujo, mas elas encontram-me. Estas não incomodam e as suas picadas não causam irritação nem desconforto porque são... "AS MINHAS PULGAS".

Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

O que é antigo é bom

Aquando da mudança da cozinha, e já fez um ano, comprámos uma torradeira mais adequada à nova decoração. Um ano volvido a dita deu o berro, ou seja, rebentou, e estou eu com a que a família me ofereceu quando me casei há 35 anos, a fazer o serviço.
Se fica bem na nova cozinha? Não. Se faz torras? Sim. As coisas vintage neste caso específico trintage duram mais que as do tempo actual? Sem dúvida. Se devia ter deitado fora? Isso queriam os meus filhos, e por sorte não a descobriram canão ia mesmo. E agora ia torrar o pão onde?

Domingo, 16 de Junho de 2013

Ao senhor Miguel Sousa Tavares

"Não contesto que as greves, por natureza, causem incómodos a outrem—ou não fariam sentido. Mas há limites para tudo. Limites de brio profissional: um cirurgião não resolve entrar em greve quando recebe um doente já anestesiado pronto para a operação; um controlador aéreo não entra em greve quando tem um avião a fazer-se à pista; um bombeiro não entra em greve quando há um incêndio para apagar. Eu sei que isto que agora escrevo vai circular nos blogues dos professores, vai ser adulterado, deturpado, montado conforme dê mais jeito: já o fizeram no passado, inventando coisas que eu nunca disse, e só custa da primeira vez. Paciência, é isto que eu penso: esta greve dos professores aos exames, por muitas razões que possam ter, é inadmissível." (Expresso, 15 de Junho de 2013, p. 07)

Miguel Sousa Tavares - um homem que prezo muito por algumas razões, entre elas: adorar o Benfica, adorar a Madeira e os madeirenses, e adorar os professores.
Mas este homem nem parece filho da mãe! Eu diria até que mais parece filho da ...

E eu acrescento ao MST: Um professor  não resolve entrar em greve quando recebe os alunos à porta da sala prontos para o exame, nem quando está dentro da sala, numa de: ah, e tal, se eu fizesse greve aos exames?
Palhaço.


Sábado, 15 de Junho de 2013

Por favor, sirvam-se...

...Deste pôr-do-sol maravilhoso e calmante no alto da serra de Bornes. Sentem-se nas cadeiras ou tão somente na relva e desfrutem.
Bom fim de semana. Sejam irremediavelmente felizes.

Sexta-feira, 14 de Junho de 2013

E avançou um processo contra a médica

Fui, e arrastei o mê senhor, à médica de família. Mas mais valia não ter ido. Saí de lá e fui logo queixar-me da senhora ao ministério da saúde. Mas que grande afronta!

Depois dos breves cumprimentos logo à entrada, a médica, mulher da minha idade, melhor dizendo, da idade do mê senhor, que ele é mais novo que eu nove meses;
Abre parêntesis...
Assim como que a minha mãe estava com as dores de  parto e a mãe dele no bem-bom, aliás, a mãe e o pai que o prazer deve ter sido dos dois.
Fecha parêntesis e continua avoGi não te baralhes.
Atão a médica olha para ele e diz, olhando para mim, que ele tá bem conservado, que até está mais novo que  eu.
Não gostei nada e avançou com um processo e, já disse ao mê senhor que pá próxima vou mazé a um médico (homem) comássim, sempre sou elogiada. Uma rapariga tem cuidado com a pele, com a alimentação, com as rugas e ele é que tá bem conservado! O que se ouve!
Mas que lata! Não gostei nada!

Quinta-feira, 13 de Junho de 2013

50 anos de casados

E ri-me tanto ao ler isto!

Uma pergunta, quem acertar ganha uma viagem de sonho

Por que razão os pais de Santo António não escolheram a Madeira para viver? E já agora ele nascia cá neste canto a meio do Atlântico e assim hoje seria feriado cá.
Mal-injusto, não sei onde a tão apregoada lei da igualdade entra neste caso.
Ah, o prémio! Quem acertar na resposta ganha uma viagem até Marte...só ida.

Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

Ele tem outra e eu sei quem ela é

Ele está ali em cima com ela. Eu sei quem ela é. Conheço-a até. Já os apanhei em flagrante delito algumas vezes. Só oiço os gemidos, os ais, o roçar na cama numa esfrega que não acaba.
Eu oiço-os e bem, mesmo sem ainda ter colocado os aparelhos nos ouvidos.
Devo ir até lá e pedir que tenham delicadeza? Devo entrar no quarto e chamá-los à razão? Na minha cama com ela! custa a aceitar! Não, faço de conta que não sei do adultério! Caramba, podia ele gemer menos e uns decibéis abaixo e principalmente não abanar a cama? Mas não. Continua a gemer... e eu aqui a ouvir...

Vou, não vou, vou, não vou.
Não vou.
Mas o facto de a conhecer tão bem é que me atormenta. É sempre com a mesma, não muda e, ainda bem! Pelo menos sei quem ela é.
É a maldita enxaqueca!
Lixado, não é? (É lixado para não dizer um palavrão mais forte).

Terça-feira, 11 de Junho de 2013

Tipuana ou amendoim-acácia

O mês de Maio acaba e com ele a floração dos jacarandás que dá um toque roxo à cidade do Funchal. Mal começa o mês de Junho é a vez das tipuanas (ou amendoim-acácia) florirem e darem  o seu toque de beleza, tornando a cidade amarela, tanto nas árvores como no chão.
Aqui, vista parcial do jardim do Palácio de São Lourenço.

Mais no meu rural (ali ao lado).

A minha cabeça já foi uma boa cabeça, agora...é o que se vê

Outra cena do telemóvel, mas porque razão é sempre com este diacho?
Procuro e não te encontro, onde andarás, se é que realmente andas. Procuro em todo o sítio excepto no lugar onde ele está.
Venho da padaria, chego a casa e dou pro falta dele. Começo na busca incessante por ele. Na algibeira? Não, não está. Na mesa? Não vislumbro réstia dele. Vou ao quarto de dormir, nada; vou à casa de banho, nada novamente. Mas onde está o estapilha? Rebobino do passos dado até chegar a casa.

Padaria, mini-supermercado. Um saco com pão um com abóbora. Saco de pão já procurei. Nada. Atão só pode... Pois tá claro!
Cumquentão tás fresquinho, hã? Gostaste de estar no frigorífico? - pergunto ao telemóvel quando o vi lá dentro a refrescar.

Segunda-feira, 10 de Junho de 2013

Já pararam para pensar?

Sim, refiro-me (ainda) às cerejas. Já pensaram que cinco euros são, na moeda antiga, ou seja, em escudos, mil escudos?
Mil escudos? Mas eu algum dia comprei um quilo de cerejas por mil escudos? Nem uma saca cheia!
Mil escudos por um quilo de cerejas!? Só se fossem em quilates! Não me canso de repetir!
Onde chegamos nós? Onde nos leva esta Europa!
E como hoje é dia de Portugal (ainda) ainda fico com uma "brabeza" em mim!
Mil escudos por um quilo de cerejas! Ai, que saudades delas: as cerejas e deles: os escudos!

É tão bom viver aqui!

 Refiro-me a viver na Madeira, neste paraíso onde tudo é mais bonito, mas também mais caro.
Isto de viver numa ilha virada para o turismo é sinal que os preços são para o turismo, por isso, pagamos tudo inflacionado.

Comecemos pelas cerejas, fruto desta época dos santos populares e que por cá os preços rondam  os quatro euros e meio quando em Portugal Continental estão a metade do preço?
Só para que se saiba: já as comprei a 4,99€, a 4,98€, outras a 4,50€ e as últimas a 3,98€
 E não é que o mê bisalho para me "fazer ciganas" manda-me uma fotografia...uma caixa cheia delas, rosadas, vermelho-carmim. Com a pergunta: és servida?

Isto faz-se a uma pobre rapariga da ilha - onde tudo é caro - e que por cerejas dá "o cu e os três vinténs"? (bem, é somente uma força de expressão. A tia-velha é que a usava muito)

Sejam elas vermelho-cereja, vermelho-carmim, vermelho-coral, vermelhão, vermelho-cardeal, carmesim, eu devoro-as todas e nem olho a quem está ao lado, é com a mão a fazer de escavadora.